Tudo começou quando eu estava prescisando de um novo cobrador pois o meu ex tinha se demitido e ca entre nós ele era um tesão de cobrador, baixinho moreno claro e roludo, metia maravilhas e tinha uma bunda realmente divina. Convidei um vizinho meu o Diogo para trabalhar comigo e ele prontamente aceitou. Ha muito tempo vinha observando pois ele era um garoto bonito, olhos cor de mel, cabelos castanhos claros, alto uma beleza mesmo.
Começamos a trabalhar e um certo dia, do nada, tocamos em assunto de sexo. Ele me disse que ja tinha dado beijos em minas, etc, mas, notei que estava escondendo algo. Investi fundo e disse-lhe que estava a fim de bater uma punheta. Ele prontamente aceitou e fomos a uma rua deserta aqui em nosso bairro. Foi uma surpresa pois, quando tiramos nossos paus das calças observei o tamanho do dote dele, um belo pau de 18 cm. Começamos a bater e num certo momento pedi a ele que pegasse o que fez prontamente e em seguida, pedi a ele que me chupasse, e qual foi minha surpresa assim ele o fez. Tambem peguei e o chupei, gozamos normalmente. Veio o sabado e apos o termino de nosso trabalho, convidei-o para passear e nisso, aproveitei para lavar minha lotação em um posto na estrada, ja com pretexto de convida-lo pois sabia, que próximo dali tinha um motel.
Apos a lavagem do carro eu o convidei, ele exitou dizendo que não mas, sua curiosidade e tesão foram maior. Fomos ao motel, ele entrou escondido atras da lotação pois estava envergonhado. Depois que entramos, começamos a nos beijar e nos passar as mãos. Ficamos nus e tudo estava muito quente, nos chupavamos intensamente, ele me chupava com tamanha loucura, me sugava como uma pessoa sem ar tentando sugar o oxigenio do ar freneticamente. Eu apertava sua cabeça em meu pau e a medida que fazia isso ele queria mais a ponto ate de quase me engolir, comecei a chupa-lo morder suas bolas lamber seu cu e notei que ele se contorcia muito, querendo muito minha lingua em seu cu. Não aguentando mais ele me pediu para que eu o comesse. Assim o fiz, comecei a meter minha rola em seu cu e fiquei admirado pois entrou sem problemas fui bem devagar mas sua sede de sexo e tesão me pediu para que eu o arrombasse, assim o fiz, ele me pediu para que eu o mudasse de posição pois queria ser comido de frente tipo frango assado, virei e meti muito, o beijava freneticamente, ele era incansável queria mais e mais, pensei ate em não dar conta mas apesar de ainda jovem ele sabia muito. Dava muitas em seu cu que em dado momento não aguentei e explodi em um gozo louco e ele também, gozou muito mas muito mesmo. Pediu que eu deixasse meu pau em seu cu para que ele sentisse o maximo de prazer e qual foi minha surpresa ele começou novamente a bater. Seu pau não havia amolecido assim como o meu ainda estava meia bomba e ele novamente em um tesão descontrolado gozou novamente.
Demos um tempo na cama nos beijando, fomos tomar banho. Pedimos algo para comer dormimos um pouco. Menos de meia hora depois, ele estava me bolinando me pedindo mais e mais, queria comer meu cu e eu mais que prontamente fui me excitando, imaginando aquele pau maravilhoso sendo penetrado em mim. Comecei a chupa-lo e ele a mim num frenetico 69, chupava seus peitos, sentado de frente ao seu colo, beijando-o também e ele me bolinando o cu. me colocou de 4 e começou a lamber meu cu, eu rebolava muito estava completamente entregue àquela criatura maravilhosa que sabia muito bem como fazer gostoso. Em um dado momento senti seu pau me roçando as entranhas da bunda e forçou a entrada, confesso que suei imediatamente, senti uma dor imensa qdo ele começou a me penetrar mas aguentei firme e pedi a ele que continuasse e assim foi, ele me penetrou por inteiro.
Primeiro de 4 depois eu pedi para cavalgar em seu pau, ele se posicionou com o cacete bem reto e eu sentei com tudo aquela dor misturada com tesão foi intensa estava quase pra gozar ele me pediu para eu ser penetrado de frango assado, e atendi prontamente. Foi assim como um sonho bom, ele me penetrava me beijava, mexia no meu pau, me dava tapinhas na cara, na minha bunda, quando disse a ele que não aguentava mais e ele me disse vou gozar, aquilo foi como que uma bandeira verde, gozamos juntos, senti aquela porra sendo jorrada em minhas entranhas e eu gozei muito, varios jatos em meu peito, ele foi parando as bombadas, deu um urro baixo de exaustão, e se abaixando me beijou e foi lambendo minha porra, foi saindo aos poucos e acabou por chupar meu pau. Tomamos um banho nos beijamos e batemos uma. Viemos embora pra casa ja a noite e no caminho ele foi me confessando sobre seus relacionamentos que foram poucos com dois amigos.
Nosso relacionamento durou alguns anos, foram varias e varias metidas inclusive uma com um amigo nosso cobrador de lotação também. Hoje ele se arrumou com uma mina e tiveram uma filha mas ele me procurou varias vezes e eu sempre digo não. A mulher dele sabe que ele é gay e inclusive mantem segundo ele, relações com ele às vezes fazendo um belo fio terra.
sábado, 22 de agosto de 2009
A Lotação
O Faxineiro do Shopping
Há algum tempo conheci o faxineiro do shopping que fica ao lado do meu trabalho, já havia brincado com ele, que me arrastava para um box e, além de chupar até ele gozar na minha boca, às vezes ele pedia para eu deixa-lo comer meu cu e o fazia sem a menor cerimônia, aliás ele metia muito gostoso.
Segunda-feira pela manhã nos falamos por telefone, ele me disse que havia saído do serviço e que estava com vontade de me ver, eu disse que também estava com vontade de estar com ele, então marcamos para nos encontrarmos apos o serviço. Saí e fui direto para o encontro. Ele foi bem direto perguntando o que eu queria fazer, eu respondi: “quero te levar para a cama”, de pronto respondeu, “então vamos”, e nos dirigimos a um motel.
Lá chegando, tirou a roupa e me ofereceu seu lindo pau para eu chupar, o que fiz com muito gosto. Quando estava bem duro, perguntou se eu o deixaria meter no meu cu de quatro, posicionei-me e ele meteu a rola com tanta vontade que meus gemidos eram apenas de prazer. Estava muito calor, tirou o pau do meu cu e me levou para um banho. Lá, enquanto ele se refrescava embaixo do chuveiro, eu ajoelhado continuava a chupar seu pau, ele gozou pela primeira vez me enchendo a boca de porra.
Saímos do chuveiro e fomos para a cama, lá comecei a chupar seus dedos dos pés e fui subindo até chegar ao seu pescoço e orelha deixando ele com mais tesão ainda, aí ele me pediu para ficar de quatro na beira da cama e de lado com o espelho, se posicionou e ficou se observando no espelho enquanto empurrava o pau no meu cu adentro em um vai e vem muito gostoso. Ele me pôs deitado de lado e depois novamente de quatro onde subiu na cama e como se fosse um garanhão ficou em cima de mim, disse que era a posição de siri e meteu até gozar novamente me enchendo de porra.
Tomamos um banho e ficamos deitados nos beijando e fazendo carinho um no outro, o seu pau começou a ficar duro novamente e recomeçamos, eu com 45 anos ele com 23 na flor da idade, ficamos no motel por 3 horas, agora estou esperando ele me ligar dizendo que esta com vontade de meter novamente.
Aloísio, O Garotão
Fui levar meu filho e dois amigos numa danceteria. Nem me lembro direito porque eles quiseram ir lá pois é um local que normalmente não freqüentam. Lembro-me que lá, eles iriam encontrar com umas meninas, que lhe forneceriam “VIP”. Segundo o que diziam, se tivessem que pagar os $15,00 da entrada, não ficariam por lá. Quando chegamos, estacionei o carro ao lado de um posto de gasolina para ficar esperando a resposta deles (se ficariam ou não por lá). Desci do carro e fiquei em pé na calçada. Reparei então que tinha um jovem (por volta de uns 20 anos), sem camisa, no posto de gasolina. O garoto tinha o cabelo raspado (quase máquina zero), pele morena, sem pelos, estava de tênis e bermuda vermelha, tatuagem na perna. Não passava dos 1,80m e um corpo bem legal. Não havia reparado em todos estes detalhes naquele instante não. Além do mais, não gosto que percebam que olhei para alguém, e também tinha que ficar atento com meu filho (ou amigos) que poderiam voltar a qualquer instante. Como estavam demorando para voltar, acendi um cigarro. Fiquei observando o local, a freqüência que, por sinal, só tem jovens (idade média de 18/21 anos). Não havia a menor dúvida que eu era um “paizão” no local. Terminei o cigarro e nada deles voltarem. Entrei no carro, liguei o som e mais espera..... Depois de quase meia-hora esperando, liguei para o celular do meu filho e ele disse que já tinham encontrado uma das meninas mas que ela não estava com os convites. Estavam esperando as outras “minas”. Falei que iria esperar mais uns 15 minutos e depois iria embora. Já estava cansado de ficar parado ali.
Desci novamente do carro e.... vamos fumar...... Acendi outro cigarro, dei umas duas tragadas e... o garotão do posto vem me pedir um cigarro. Dei um cigarro para ele, pediu “fogo”. Após acender o cigarro, agradeceu-me (VALEU ....) e senti que ficou indeciso quanto ao que iria fazer. Sem “nenhuma intenção”, perguntei para ele o que estava fazendo. Ele me falou que estava “passando o tempo”. Disse que não curtia este lance de ficar dançando “pagode” (eu nem sabia que era este o ritmo da danceteria mas sei que meu filho não curte, mas claro, acho que tinha a ver com a mina). O papo rolou muito fácil, ele contou que o negócio dele é praia, futebol, cerveja, amigos.....mas que a grana estava curta. As ultimas vezes que tinham (ele e amigos) ido para a praia, foi na base da “carona”. Contou que ele e mais um ou dois amigos, vão para a Imigrantes, param num posto policial e ficam aguardando “carona”. Disse que a ida é muito mais fácil do que a volta. Durante o dia fica mais fácil conseguir a carona, na volta, já a noite, a coisa é complicada. Conseguir carona a noite não pode ser na estrada, tem que ser no canal em Santos. Disse-me que é a rota para o pessoal retornar para SP. Normalmente só dão carona para uma pessoa e sempre rola papos diferentes no caminho. Falei que não tinha entendido o que rolava. Ele explicou que tem carinha que vai passar o final de semana na praia. Na volta, dá carona para “garoto” mas querem algo em troca. Insisti no assunto. O que troca ? Então ele começou a me explicar que “normalmente” os carinhas que dão carona estão a fim de transar. Durante a viagem ficam “pegando”, alisando.......Sempre arranjam uma desculpa para “dar uma paradinha”, quando aproveitam para “completar o trabalho. Eu já estava super-preocupado com o rumo da conversa, o garotão (chama-se Aloísio) sabia que eu estava esperando retorno de meu filho mas pelo papo, estava receoso de como seria o comportamento dele quando meu filho e amigos aparecessem. Mas tinha um agravante, eu estava superexcitado. Jamais imaginei que um garoto como aquele curtisse, mais ainda, que estivesse comentando comigo. Resolvi arriscar e continuei o papo com ele. Perguntei se ele curtia o que rolava na estrada. Na maior tranqüilidade respondeu que era “normal”. Deixava rolar e ganhava uma carona. Insisti, perguntei se só rolava “carona” e “brincadeira de estrada”. Respondeu que normalmente só rolava isto. Os carinhas gostavam de ficar alisando a perna e corpo dele. Quando paravam em algum local da estrada, deixava os carinhas fazerem um “boquete” e só. Raramente ocorria algo mais. Falou de dois carinhas que ele pegou carona e quando chegaram em SP, foram para a casa de um dos carinhas. Rolou uma transa completa mas ele nunca mais “tornava” a se encontrar com os carinhas com quem pegava carona. Disse que o lance dele era mulher mesmo. Estava explicando estas coisas quando meu celular tocou. Era meu filho avisando de que iriam entrar na danceteria. Estimava que ficariam por ali até umas 4:30/5h. Quando estivessem a fim de voltar, ligariam para mim. Pedi que ligassem no cel para não acordar o pessoal de casa e disse que iria embora. Ele “estranhou” eu ainda estar por lá, achou que eu já tinha ido embora. Foi ai que reparei que já tinham se passado mais de 40 minutos desde a ligação anterior. Falei que perdi a noção do tempo mas que já estava indo, preocupado com ele mudar de idéia e resolver ir embora comigo. Desliguei o tel e falei para o Aloísio que precisava ir embora. Ele perguntou para onde estava indo. Falei que iria para o Jabaquara. Perguntou se poderia vir comigo. Questionei porque gostaria de vir. Ele respondeu que não tinha nada para fazer. Viria até Jabaquara batendo mais papo comigo. De repente meu filho poderia ligar para ir buscá-lo e ele poderia retornar comigo. (Claro que escutou toda minha conversa) Falei que não seria uma boa. Eu iria para casa. Aonde ele ficaria ? Perguntou se não poderia ficar em casa comigo até quando eu voltasse. Disse que não podia, como eu explicaria em casa ter levado alguém que eu nem conhecia para lá e com que intenção. Neste momento fiquei bem preocupado. Acho que tinha me empolgado com o papo, com o corpo do garoto e tinha perdido a noção do perigo. Rapidamente repassei nossa conversa pelos pensamentos. Tudo indicava que o menino era “garoto de programa”. Só uma coisa não batia, o que ele fazia naquele local. Típico de jovens que vão dançar, paquerar. Não é lugar de rolar lances deste tipo. Resolvi perguntar para ele então, o que ele fazia por ali...... Ele respondeu que sempre trabalhou no pedaço. Trabalha na “chapa” fazendo lanches. Tinha trabalhado numa “lanchonete” que fica entra as duas pistas da Robert Kenedy. Depois trabalhou no Reggae-night (outra danceteria) e depois no Ghost, fazendo hot-dog. Atualmente estava trabalhando na lanchonete do posto-de-gasolina. Lá ele faz “serviços-gerais”. Limpa, repõe estoque, só não faz lanche pois o lanche lá é tipo “self-service” . Falei que precisa mesmo ir embora, iria comprar cigarro na lanchonete do posto, tomar café e ir embora. Ele me acompanhou, quando passamos próximos ao caixa do posto, ele pegou a camiseta, com o logotipo do posto, e vestiu. Entramos na lanchonete, dirigi-me ao caixa e pedi o cigarro e dois cafés. Qual não é minha surpresa quando ele disse para a menina do caixa que o café não precisava cobrar pois eu era cliente do posto, e seria cortesia. Foi então que tive a confirmação de que ele realmente trabalhava lá. Paguei o cigarro, tomamos café e saímos. Quando cheguei ao lado do carro, perguntei se ele queria mesmo ir para o Jabaquara e ele disse que sim. Pedi para ele entrar e saímos.
Durante o trajeto fomos falando da agitação do local e coisas do gênero. Quando entramos na Washington Luís, perguntei se não pegava mal ele ficar sem camiseta no local do trabalho. Ele respondeu que não ficava sem camiseta, ele havia tirado a do posto porque estava suada mas iria colocar a dele e que já ia sair do pedaço. Brinquei e disse que todo o tempo que conversamos lá do lado, ele ficou sem camiseta. Então ele me perguntou se eu preferia que ele ficasse com, ou sem, camiseta. Respondi que tanto fazia mas que ele tinha um corpo bem bonito e deveria ser mostrado mesmo. Parece que foi um recado, na hora ele tirou a camiseta e perguntou se era bonito mesmo. Falei que sim, que tinha achado o peito, o corpo dele muito bonito. Também achei legal não ter pelos, talvez porque eu seja peludo é algo que sempre me chama atenção. Ele falou que tinha alguns pelos sim, pegou minha mão e passou no peito dele, perguntando se estava sentindo. Sei lá se tinha pelo ou não, mas meu pau estava quase arrebentando a calça de tão excitado que eu já estava. Aproveitei o papo e perguntei se era assim que rolava as caronas.... ele falou que mais ou menos e colocou minha mão na perna dele fazendo alisá-la, depois foi subindo até colocar no pau dele. Dei uma disfarçada, então peguei a mão dele e coloquei direto no meu pau e pedi para ele ver como tinha me deixado excitado. Ele deu risada, começou a brincar e falei que estava todo melado. Ele falou que queria ver.... tentou abaixar o zíper da minha calça mas não deixei. Mas ele conseguiu colocar a mão no meu pau, passando pela cintura e falou que estava toda melada. Colocava a mão, tirava e ficava brincando com a baba. Já estávamos perto da estação Jabaquara, entrei por uma rua mais calma, ele pegou um pouco mais de baba, colocou nos peitinhos dele e pediu para eu beijar. Falei que não curtia mas ele insistiu, disse que tem o maior tesão quando alguém beija os peitinhos dele e morde os mamilos. Estacionei o carro, deixei o motor funcionando, e dei o beijinho no peitinho dele. Ele apertava minha cabeça contra o peito dele e pedia para eu ‘mamar” os peitinhos dele.
Primeiro um, depois o outro. Brinquei um pouco, mesmo superexcitado falei que precisávamos sair dali, que era muito perigoso. Ele perguntou se eu não tinha um local para ficarmos tranqüilos. Disse que não tinha. Perguntou-me se eu entraria num motel com ele. Falei que não curtia estes lances de motel e que achava “mal” dois carinhas entrando em motel. Ele me falou que lá perto de onde estávamos tem um motel tranqüilo e seguro. Entrega-se os documentos e o dinheiro numa guarita, o carinha entrega uma chave com o nro do ap, desce-se para o estacionamento e ninguém vê nada. Nem sei porque comecei a fazer perguntas, talvez para ficar um pouco mais com ele, mas já estava resolvido não ir para um motel em Sto Amaro. Perguntei se ele ia sempre e ele respondeu que algumas vezes, só quando tem grana, mas vai mais com a mina dele mesmo. Falou que o motel é caro ($35,00) mas vale a pena pois tem TV a cabo, com filmes pornô, chuveiro com aquecimento central, chinelos, e toalhas higienizadas. Falei que tudo isto também tinha nos motéis aqui do pedaço, principalmente na Praça da Árvore. Então ele me propôs irmos conhecer. Falou que daria $10,00 e compraria 4 cervejas em algum posto de gasolina. Resolvi passar em frente do motel lá da Pça da Árvore. Dei outra volta na av e pedi então para ele comprar duas cervejas e duas coca’s. Falei que não bebo. Parei no posto e ele comprou. Quando entrou no carro, pedi a identidade dele e os $10,00. Entregou numa boa. Perguntou seu eu tinha preservativo. Falei que não mas que havia uma farmácia aberta ali perto. Parei, nem deu tempo de eu falar nada, ele desceu e quando voltou estava com uma cartela de 6 preservativos. Falou que a noite iria render legal. Fui ao motel, entreguei nossos documentos, paguei e fomos para o quarto. Quase tudo igual ao que ele tinha dito que seria em Sto Amaro. A única diferença é que o carinha do caixa perguntou se queríamos que avisasse quando estivesse faltando ½ hora para terminar o período ( cada período é de 3 horas). Nem acreditei que estava fazendo isto mas disse que sim. Estacionei o carro, tomei o cuidado de “deixar todos meus pertences por lá, acionar o alarme”. Fomos para o quarto, ao trancar a porta ele veio e me abraçou. Como ele é mais baixo, conseguia tê-lo por inteiro aos meus braços. Começou a me acariciar e pedir para abracá-lo bem forte. Pedia para ir sempre com calma, Queria fazer tudo com muita calma, com muito carinho e com muito tesão. Ai foi um tal de passa a mão, beija, esfrega, ele adorava passar a mão no meu peito, dizia que adorava carinhas peludos”. Que quando via carinha peludo ficava cheio de tesão mas que nunca podia “tocá-los” pois pega mal e não pode dar bandeira no pedaço. Tirou a camiseta e pediu para chupar os peitinhos dele. Comecei a chupá-los, ele foi tirando toda a roupa e ficou peladinho, muito gostoso. Quando eu ia tirar a roupa ele não deixou. Falou para eu deitar que ele iria tomar um banho e depois ele cuidaria de mim. Ligou a TV, colocou num filme pornô onde uma mina fazia o maior boquete num carinha superdotado, depois o carinha enrrabava ela de todos os jeitos. Ele foi tomar banho, quando voltou, continuou a se enxugar na minha frente e reparei o quanto ele gostava que se admirasse o corpo dele. Jogou a toalha na cadeira, veio em cima de mim e começou a me beijar. Pedia para eu “liberar” minha língua para ele. Beijamo-nos bastante e ele começou a me tirar as roupas, primeiro a camisa, chupou todo meu peito, barriga, mordeu meu pau por cima da calça, foi abrindo o cinto, abaixando o zíper, tirou minha calças, deixou-me só de cueca, já toda melada. Beijou e chupou toda minhas pernas, pés, virou-me de bruços e chupou minhas coxas, bumbum, costas, tudo sem parar. Uma verdadeira loucura. Depois tirou minha cueca, meu pau estava super-melado, ele começou a beijar, beijava de todos os lados, abriu minha pernas, chupou todo meu saco, foi subindo, lambendo, lambendo e engoliu todinho..... Não aquentava de excitação e ele pediu para eu não gozar.... ainda tinha muito o que fazer. Veio por cima, abraçou-me e começou a passar a bundinha no meu pau, dançava gostoso, rebolava demais, sensacional. Depois com a mão, colocava a cabeça do meu pau bem na entradinha, dizia que era para relaxar, que eu não podia forcar pois ele não teria penetração sem camisinha. Só estava lubrificando....... Pegou uma camisinha, abriu, colocou no meu nariz, pediu para eu sentir ao delicia do cheiro e que daqui a pouco, tudo aquilo seria dele. Deitou-se entre minha pernas, fez umas chupadas sensacionais, começou a colocar a camisinha com a mão e terminou com a boca. Cara, eu nunca imaginaria que um garoto tão jovem tivesse tanto jeito, tanta pratica. Voltou a me abraçar e me disse que a penetração iria demorar um pouquinho, que queria fazer bem devagar para não ficar dolorido. Ficamos nos acariciando, de vez em quando ele cavalgava um pouquinho, só deixando entrar um pedacinho..... falava para eu não forçar, não fazer nada que ele faria tudo..... estava malucao, não via a hora de estar com tudo dentro..... Brincamos bastante, nos curtimos legal, de repente, quando menos esperava, ele colocou tudo dentro de uma única vez, agarrou-me forte e pedia para eu ficar paradinho, que estava doendo muito, que ele precisava relaxar para parar de doer, depois seria só prazer. Perguntei se não seria melhor tirar um pouco e ele dizia que não, por favor, não tira, deixa eu sentir um pouquinho de dor. Foi ai que eu percebi que isto era uma coisa que ele gostava. Sentia prazer em sentir aquela dor. (depois na volta ele me confirmou que eu estava certo). Ficamos nos beijando e ele gemendo de dor. Mas dizia que era muito bom. Depois de um tempo, ele resolveu mudar de posição, disse que adorava ser penetrado de “ladinho”. Um detalhe importante, ele gosta de ficar com a perna direita levantada e ser penetrado, ele falou nesta posição que sente o maior tesão. Não parava de pedir para eu não gozar, quando sentisse que estivesse para gozar, para visar que ele pararia pois queria aproveitar o máximo possível. Transei com ele de lado, com ele de quatro, e ele falava que eu poderia pedir qualquer coisa que ele me faria. Já tínhamos gasto 5 camisinhas pois antes de cada posição ele gostava de chupar. Nem vimos o tempo passar, só percebemos quando o tel tocou e o carinha do motel avisando que faltava ½ hora para vencer o período. Foi então que ele pediu para eu ficar deitado que agora ele iria cavalgar mesmo, de verdade. Deitei de barriga para cima, ele trocou a camisinha, começou a mamar bem gostoso e disse que agora viria a melhor parte. Veio por cima, colocou tudo, sentou-se e disse que agora colocaria até as bolas do saco, com meu pau colocado ate o talo, deitou-se de costas, rebolava, mexia, pedia para eu bater para ele com bastante força, pedia-me para avisar quando fosse gozar pois iria gozar junto, quando estava para gozar, avisei e ele falava : - Mete, mete, fode toda minha bunda, arrebenta sem dó, não para de bater, bata com força, aperte bem meu pau, aperta, mais força..... Ele deu uma gozada que foi longe, só para ter uma idéia, parte da porra caiu no meu rosto. Foi uma das minhas melhores transas. Descansamos um pouco, fumamos um cigarro e fomos tomar banho. Ele me lavou inteirinho, ainda fez mais algumas coisinhas no banho. Quando fui me vestir que reparei que já havia duas ligações do meu filho. Liguei para ele, perguntei se já era para ir buscá-lo. Ele respondeu que sim. Falei que já estava indo e quando estivesse perto ligaria para ele para ele sair da danceteria. Fomos embora do motel. Ele perguntou se eu poderia deixa-lo perto da casa dele. Falou que não era longe da danceteria. Não gostei muito do pedido mas fazer o que. Fomos conversando durante todo o trajeto, no início falamos da transa, ele chegou a comentar que sempre na primeira vez ele fica meio sem-jeito. Respondi que se sem-jeito ele era assim, imagine como seria nas próximas transas. Falamos de outros assuntos. Ele me contou da família (super-complicada). Estudos (parou no segundo grau). Quando entramos na Robert Kenedy, tinha uma van pegando passageiros então ele disse que iria pegá-la (Jardim São Bento). Despedimos correndo e ele se foi...... Deixou o tel da lanchonete e o horário que estaria por lá trabalhando. Chegamos a sair mais quatro vezes. Depois parou de trabalhar na lanchonete e perdemos o contato. Ele nunca pediu meu tel e também não sei porque eu nunca dei. Como lá não é um local que vou habitualmente, ficou difícil reencontrá-lo, mas bem que eu gostaria. Com certeza, foi um garoto sensacional. Engraçado que no começo eu o imaginava interesseiro, esperto, malandro. Enganei-me totalmente. Boa pessoa, pena que perdemos o contato........
Depois da Boate
Estava sem namorado e também a fim de conhecer alguém diferente ... resolvi dar uma passadinha numa boate chamada Queen. O lugar era alucinante : todo metalizado, vários ambientes, banheiro pansexual, boas bebidas e gente bonita. Encontrei alguns amigos que não via há tempos e ficamos dançando e observando as possíveis vítimas para um "abate", mas minha preferência sempre foi por pessoas que não frequentam o mundinho. Aí você pergunta : "ué, mas você não estava numa boate gay ?" .
E eu respondo : "É, mas em Curitiba um fato muito peculiar acontece : os caretas adoram ir nos lugares gays pois eles se sentem seguros (livres de brigas) e o pessoal é na maioria das vezes, de respeito". Pois é. Bem nessa noite apareceram umas figuras prá lá de estranhas na boate e fiquei de olho e imaginando que peripécia iria armar para poder chegar neles e conversar.
Estavam em tres e estavam vestidos meio cowboys, com botas e calças jeans bem justas e que deixavam bem à mostra o corpo delicioso que tinham. Isso me deixou ainda mais curioso ... Estava bebericando uma cerveja observando a pista de dança quando percebi que os 3 foram ao banheiro e prá lá fui correndinho !! Tava o maior tumulto, como de costume, a maior fila, todo mundo com vontade de mijar e eu cheguei perto dos 3 puxando assunto sobre isso. Eles foram mais do que simpáticos e se abriram completamente ao papo, para minha surpresa. Acho até que eles estavam esperando que alguém chegasse neles, podia ser qualquer um, e eu tive a sorte de ser essa pessoa. Fomos os quatro mijar no coxinho e é claro que fui conferir as "ferramentas". Ótimas, todas, a princípio.
O Thiago era loiro, 20 anos, alto, lindo, coxudo e cara de safadinho. Parecia ser o líder da turma pois o que ele falava era lei. O Eduardo era moreno, mais baixo que o loiro, 19 anos, corpo sarado, beleza normal e parecia ser o mais tímido dos tres . O Ricardo era moreno claro, mas baixinho, troncudinho, 21 anos e nem um pouco tímido. Ficamos os quatro dançando até tarde quando convidei-os a ir ao meu apartamento fechar a noite tomando mais algumas e curtir um som techno. Toparam e prá lá fomos, eu já me deliciando, imaginando as coisas que iria fazer com os tres. Não tive medo de ficar sozinho com eles pois eram todos do interior do Paraná e pelo papo nada de anormal transpareceu nas intenções. Todos estudavam e trabalhavam e aquela noite queriam algo diferente, por isso foram à boate onde tudo, inclusive nada, podia acontecer. Tomamos mais cervejas e eu já estava pra lá de Bagdá, mas eles estavam firmes. Rolou um filminho de sacanagem pra estimular o apetite sexual da turma e não demorou nadinha pra isso acontecer. O loiro ficou de fora da festa por opção dele, mas o Eduardo e o Ricardo foram comigo pro quarto enquanto o Thiago ficou assistindo MTV.
Fizeram um strip pra mim e ficaram peladinhos, exibindo toda a saúde que tinham. Sentaram na cama com as pirocas duríssimas esperando minha prometida "boca de veludo". O pau do Eduardo era enorme e o do Ricardo era tipo básico. Caí de boca em dois cacetes, hora chupando um, hora outro, revezando e deixando eles loucos de tesão. Mordi, chupei, cheirei e adorei aqueles corpos esculturais, de meninos do interior, coxas fortes, barriga de jacaré, sedentos por uma sacanagem de cidade grande ... O Ricardo queria me comer e topei pois um pau básico não machuca pois se fosse o outro seria um arrombamento total. Peguei camisinha, plastifiquei o bilau dele e fiquei de quatro na cama. Enquanto chupava o Eduardo, o Ricardo me enrrabava, e como sabia fazer. Gemia, metia, tirava, me chamava de putinha. Caprichei o máximo no boquete em Marcos e como era gostoso chupar aquele cacete enorme ... eu já não me aguentava e estava quase gozando quando aconteceu uma coisa inédita na minha já experiente vida sexual : os dois gozaram ao mesmo tempo !!! Enquanto engolia o gozo doce do Eduardo, o baixinho gozava na minha bunda, urrando de tanto prazer. Ficamos desmaiados, um por cima do outro por alguns minutos até que o loiro veio ver como estava a situação. Ficou gozando da cara dos outros dois, que se vestiram rapidinho, meio envergonhados pelo flagra do outro companheiro.
Parecia até que os morenos faziam isso com frequência tal foi a sintonia com que gozaram. Acho que o loiro ficou de fora da farra pois devia ter o pau pequeno, não havia outro motivo. Depois dei carona até a casa deles e ficamos de nos ver outras vezes, coisa que não aconteceu novamente. Que pena ! Esse trio eu repetiria quantas vezes eles quisessem.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O Publicitário e o Garotão
No décimo andar do edifício Marinelli funcionava o escritório da empresa em que eu trabalhava nos anos 90. No mesmo piso, na sala em frente, havia uma agência de publicidade cujo responsável, um homem aparentemente de uns trinta e seis a 38 anos, era o primeiro a chegar todos os dias e ficava até as 18 horas, fechando a sala no período do almoço. Mantinhamos um relacionamento superficial, só no cordial "bom dia" ou "boa tarde", mesmo porque eu era ainda um novato, recém admitido, um garoto de 19 anos, o mais novo da equipe onde eu trabalhava, aprendiz de tudo, ausentando às vezes, para serviço externo.
Mas o tempo foi me habituando àquela rotina, em cujo ambiente eu me sentia a vontade com todos, inclusive com Fernando, o publicitário da sala em frente, que vez por outra me pedia o "obséquio" de trazer-lhe alguma coisa, geralmente revistas ou jornais, quando o seu office-boy faltava ou demorava em suas tarefas bancárias. Havia já entre nós uma certa liberdade e ele era quem instigava a certas brincadeiras, confundia-me até com certos papos que a minha inexperiência não havia ainda maliciado. Sequer me dava conta dos seus olhares insistentes; era muito ingênuo para perceber que estava sendo alvo de segundas intenções, mesmo quando Fernando em tom de"brincadeira", me atribuía qualidades e me deixava até um pouco encabulado.
-E a namorada, Eduardo? Não me diga que um garoto bonitão como você não tem, ou melhor, não as tem, pois, um cara como você deve ter mil gatinhas a sua volta....
Eu ficava na minha, e a minha modéstia me mandava calar diante daqueles elogios, embora sabendo que, diante do espelho, sempre me curti, contemplando meu rosto um pouco alongado, minha boca carnuda e vermelha, aqueles cabelos claros e naturalmente brilhantes a combinar com meus olhos igualmente claros; meu corpo bem definido, proporcionalmente à minha altura de 1,80. Tudo isso aliado a um ar meio sereno, quase tímido, mas explodindo de tesão, de permanente vontade de gozar, o que poucas vezes acontecera a dois, o gozo solitário da masturbação ainda era frequente.
Num desses dias turbulentos e chuvosos em que tudo fica complicado, Fernando pediu que trouxesse um lanche, pois ele resolvera ficar na hora do almoço adiantando um projeto urgente. Quando bati a sua porta, todo o andar do edifício estava fechado para o almoço e só o publicitário me aguardava para "matar a fome"....
Quando entrei na sala, ele me agradeceu sorrindo. Disse-me que só eu mesmo pra lhe "quebrar aquele galho". E ao dizerisso, pediu que fechasse a porta, acrescentando:
_ "que faço pra te pagar tantos favores?
E antes que eu respondesse, beijou-me no rosto, apalpou meu zíper e acariciou meu pau.
Fiquei um pouco sem ação, mas deixei continuar.
Fernando, colocou minha pica pra fora, já duríssima e soltou uma exclamação: "NOSSA! que tesouro.... eu sabia que não me enganaria, pois vc é todo tesão, menino, e sua pica é tão bonita quanto você.
E começou a chupar-me, lentamente, lambendo a cabeça, grande e rosada, deslizando aqueles lábios até o meu saco, subindo até o meu umbigo com sua língua ágil, me fazendo tremer de prazer. Senti o meu pau na sua extensão e grossura máxima. Quase não cabia naquela boca quente, gulosa e hábil.
Só ouvia os murmúrios do publicitário entre uma mamada e outra: "que pau gostoso, quero ele todo pra mim, vou engolir toda essa porra gostosa, meu tesão, há tempos estava ansioso por esse momento"
Estava totalmente despido. As mãos do Fernando percorrendo o meu corpo. Meu tesão chegava ao máximo.
Num impulso incontrolado, gozei jorrando jatos contínuos de porra branquinha e viscosa naquela boca que não queria desperdiçar uma só gota. Dei uns gemidos de gozo relaxante. O rosto do Fernando melado de esperma, seu olhar perplexo, sua respiração ofegante.
-Meu tesão, como você é gostoso. Que pica deliciosa, cheirosa. Você é o máximo!
Me vesti e depois. abri a porta vagarosamente verificando se não havia ninguém no corredor. Olhamos sorrindo um para o outro. Voltei ao trabalho, assim como voltei eventualmente àquela sala, no secreto e silencioso horário do almoço, para matarmos aquela fome de prazer.
Amigo Secreto
Tem dias que saímos com muito tesão e muito a fim de encontrar com alguém para uma boa transa. E o que encontramos? Nada, mais nada mesmo e acabamos voltando e batendo uma punheta. Não é mesmo? Em compensação tem dias que saímos sem nada na cabeça ou para ir comprar alguma coisa. E nos deparamos com uma boa foda.
Pois é, foi isso que aconteceu comigo. Precisei comprar um presente para o amigo secreto da empresa, saí e fui ao Shopping. Alem de enfrentar um trânsito maldito, o Shopping estava com sua lotação no máximo. Meu pensamento era comprar o presente e sair correndo daquele lugar. Como sabia o queria comprar e onde encontrar, foi muito fácil e rápido resolver isso.
Estava indo para o estacionamento feliz da vida queria sair rápido dali, quando cruzei com um olhar e um sorriso de cantinho de boca, que na hora nem acreditei que seria comigo mesmo. Ele dirigiu-se ao banheiro, não deu pra segurar e fui também. Foi aquela troca de olhares através do espelho, pois o banheiro também estava lotado.
Saí do banheiro fui para o estacionamento, sabendo que estava sendo seguido por ele, entrei no carro abri a porta do passageiro ele entrou, falando:
- Para onde vamos?
- Cara, preciso ir para minha casa, tenho gente me esperando, podemos marcar para outro dia - respondi.
- Vamos para minha casa, é perto, para uma coisa rápida.
O cara era muito bonito para eu recusar. Fomos e ele foi fazendo uma boquete no caminho. Gozei em sua boca, ele bebeu tudinho, deixando minha rola limpinha.
Chegando na sua casa, fomos para um banho rápido, deitamos na cama nus. Ele começou a chupar meu pau, fazendo ficar duro em sua boca aveluda, desceu até minha bolas, depois começou a linguar meu cuzinho, nunca ninguém tinha chupado meu cuzinho, precisei pedir para parar, pois quase gozei nunca senti um prazer igual.
Ele aproveitando que meu pau estava duraço, encapou e sentou, colocou a cabeça da rola na portinha de seu cuzinho e ia descendo, dei uma cravada nele que ele gritou, meu tesão estava a mil. Pediu calma para mim, fiquei meio imobilizado somente aguardando ele acostumar, pois minha rola estava totalmente atolada em seu rabo, deu uns minutinho e começou a cavalgar, até gozar em meu peito, o primeiro jato chegou a espirrar em meu queixo. O tempo passou tão rápido que cheguei em casa e tomei maior bronca. Trocamos telefone, acho que vamos ter outra oportunidade.