No décimo andar do edifício Marinelli funcionava o escritório da empresa em que eu trabalhava nos anos 90. No mesmo piso, na sala em frente, havia uma agência de publicidade cujo responsável, um homem aparentemente de uns trinta e seis a 38 anos, era o primeiro a chegar todos os dias e ficava até as 18 horas, fechando a sala no período do almoço. Mantinhamos um relacionamento superficial, só no cordial "bom dia" ou "boa tarde", mesmo porque eu era ainda um novato, recém admitido, um garoto de 19 anos, o mais novo da equipe onde eu trabalhava, aprendiz de tudo, ausentando às vezes, para serviço externo.
Mas o tempo foi me habituando àquela rotina, em cujo ambiente eu me sentia a vontade com todos, inclusive com Fernando, o publicitário da sala em frente, que vez por outra me pedia o "obséquio" de trazer-lhe alguma coisa, geralmente revistas ou jornais, quando o seu office-boy faltava ou demorava em suas tarefas bancárias. Havia já entre nós uma certa liberdade e ele era quem instigava a certas brincadeiras, confundia-me até com certos papos que a minha inexperiência não havia ainda maliciado. Sequer me dava conta dos seus olhares insistentes; era muito ingênuo para perceber que estava sendo alvo de segundas intenções, mesmo quando Fernando em tom de"brincadeira", me atribuía qualidades e me deixava até um pouco encabulado.
-E a namorada, Eduardo? Não me diga que um garoto bonitão como você não tem, ou melhor, não as tem, pois, um cara como você deve ter mil gatinhas a sua volta....
Eu ficava na minha, e a minha modéstia me mandava calar diante daqueles elogios, embora sabendo que, diante do espelho, sempre me curti, contemplando meu rosto um pouco alongado, minha boca carnuda e vermelha, aqueles cabelos claros e naturalmente brilhantes a combinar com meus olhos igualmente claros; meu corpo bem definido, proporcionalmente à minha altura de 1,80. Tudo isso aliado a um ar meio sereno, quase tímido, mas explodindo de tesão, de permanente vontade de gozar, o que poucas vezes acontecera a dois, o gozo solitário da masturbação ainda era frequente.
Num desses dias turbulentos e chuvosos em que tudo fica complicado, Fernando pediu que trouxesse um lanche, pois ele resolvera ficar na hora do almoço adiantando um projeto urgente. Quando bati a sua porta, todo o andar do edifício estava fechado para o almoço e só o publicitário me aguardava para "matar a fome"....
Quando entrei na sala, ele me agradeceu sorrindo. Disse-me que só eu mesmo pra lhe "quebrar aquele galho". E ao dizerisso, pediu que fechasse a porta, acrescentando:
_ "que faço pra te pagar tantos favores?
E antes que eu respondesse, beijou-me no rosto, apalpou meu zíper e acariciou meu pau.
Fiquei um pouco sem ação, mas deixei continuar.
Fernando, colocou minha pica pra fora, já duríssima e soltou uma exclamação: "NOSSA! que tesouro.... eu sabia que não me enganaria, pois vc é todo tesão, menino, e sua pica é tão bonita quanto você.
E começou a chupar-me, lentamente, lambendo a cabeça, grande e rosada, deslizando aqueles lábios até o meu saco, subindo até o meu umbigo com sua língua ágil, me fazendo tremer de prazer. Senti o meu pau na sua extensão e grossura máxima. Quase não cabia naquela boca quente, gulosa e hábil.
Só ouvia os murmúrios do publicitário entre uma mamada e outra: "que pau gostoso, quero ele todo pra mim, vou engolir toda essa porra gostosa, meu tesão, há tempos estava ansioso por esse momento"
Estava totalmente despido. As mãos do Fernando percorrendo o meu corpo. Meu tesão chegava ao máximo.
Num impulso incontrolado, gozei jorrando jatos contínuos de porra branquinha e viscosa naquela boca que não queria desperdiçar uma só gota. Dei uns gemidos de gozo relaxante. O rosto do Fernando melado de esperma, seu olhar perplexo, sua respiração ofegante.
-Meu tesão, como você é gostoso. Que pica deliciosa, cheirosa. Você é o máximo!
Me vesti e depois. abri a porta vagarosamente verificando se não havia ninguém no corredor. Olhamos sorrindo um para o outro. Voltei ao trabalho, assim como voltei eventualmente àquela sala, no secreto e silencioso horário do almoço, para matarmos aquela fome de prazer.
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